Bom dia!
Na aula do dia 07/05 lemos o texto: A Trajetória Histórica da Didática, da autora Amélia Domingues de Castro.
Disponível em:
Muito interessante, pois trata desde os primórdios da Didática, destacando o surgimento da palavra na Grécia antiga. Sendo estabelecido por dois educadores, Comênio e Ratíquio.
Com essa leitura, o filme “Como Estrelas na Terra” e as nossas memórias sobre a didática da Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio, discutimos e relatamos o seguinte:
Existe uma grande variedade nas metodologias que cada integrante relembrou durante a vida escolar.
Todas tiveram o modelo tradicional, com professores autoritários, que preferiam a sala de aula com as carteiras enfileiradas. Alguns professores usavam a palmatória, chamavam os educandos de burro, chegavam até a tacar o apagador no aluno. Realmente era traumático para as crianças.
Como método de ensino, os professores faziam chamada oral, principalmente de tabuada; pedia leitura em voz alta, questões passadas na lousa para decorar que caíam na prova... Enfim, era bem diversificado, mas promovendo pouco estímulo nas crianças. Sendo que o filme mostrou bem isso, a autoestima da criança vai lá embaixo!
Porém, também percebemos que a didática progressista e criativa fez parte da nossa integração escolar. Com aulas expositivas, em que nós alunos, ganhávamos a cena; aulas dramatizadas, teatrais, extraclasse, aula-passeio com visitas em museus, teatros, praças públicas, zoológicos...
Observamos que o fazer docente, pedagógico, influencia o ser do aluno e as lembranças que este levará para a sua vida, como mostra o filme assistido.
Levamos em consideração que a dislexia descoberta no aluno do filme não foi o que o salvou, mas sim a metodologia que o professor substituto utilizou para ensiná-lo.
O filme deixa bem claro a importância e o poder de transformação dos professores sobre os alunos!
Ótimo final de semana!

A produção do texto coletivo sobre as memórias das didáticas que os professores utilizaram conosco, nos faz refletir o quanto este modelo do século XX, ainda está presente nas nossas escolas no século XXI.
ResponderExcluirO caráter libertador das narrativas foi tratado profundamente por Walter Benjamin
(1987, p.197-198), para o qual, em nossa sociedade,
[...] são cada vez mais raras as pessoas que sabem narrar devidamente.
Quando se pede num grupo que alguém narre alguma coisa, o embaraço
se generaliza. É como se estivéssemos privados de uma faculdade que
nos parecia segura e inalienável: a faculdade de intercambiar
experiências.
Profa Verinha