sexta-feira, 8 de maio de 2015

Aula do dia 07/05/2015 - Discutindo Memórias sobre a Didática.

Bom dia!

Na aula do dia 07/05 lemos o texto: A Trajetória Histórica da Didática, da autora Amélia Domingues de Castro. 

Disponível em:

Muito interessante, pois trata desde os primórdios da Didática, destacando o surgimento da palavra na Grécia antiga. Sendo estabelecido por dois educadores, Comênio e Ratíquio.

Com essa leitura, o filme “Como Estrelas na Terra” e as nossas memórias sobre a didática da Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio, discutimos e relatamos o seguinte:

Existe uma grande variedade nas metodologias que cada integrante relembrou durante a vida escolar.

Todas tiveram o modelo tradicional, com professores autoritários, que preferiam a sala de aula com as carteiras enfileiradas. Alguns professores usavam a palmatória, chamavam os educandos de burro, chegavam até a tacar o apagador no aluno. Realmente era traumático para as crianças. 

Como método de ensino, os professores faziam chamada oral, principalmente de tabuada; pedia leitura em voz alta, questões passadas na lousa para decorar que caíam na prova... Enfim, era bem diversificado, mas promovendo pouco estímulo nas crianças. Sendo que o filme mostrou bem isso, a autoestima da criança vai lá embaixo!

Porém, também percebemos que a didática progressista e criativa fez parte da nossa integração escolar. Com aulas expositivas, em que nós alunos, ganhávamos a cena; aulas dramatizadas, teatrais, extraclasse, aula-passeio com visitas em museus, teatros, praças públicas, zoológicos... 

Observamos que o fazer docente, pedagógico, influencia o ser do aluno e as lembranças que este levará para a sua vida, como mostra o filme assistido.

Levamos em consideração que a dislexia descoberta no aluno do filme não foi o que o salvou, mas sim a metodologia que o professor substituto utilizou para ensiná-lo. 

O filme deixa bem claro a importância e o poder de transformação dos professores sobre os alunos!



Ótimo final de semana!


Um comentário:

  1. A produção do texto coletivo sobre as memórias das didáticas que os professores utilizaram conosco, nos faz refletir o quanto este modelo do século XX, ainda está presente nas nossas escolas no século XXI.
    O caráter libertador das narrativas foi tratado profundamente por Walter Benjamin
    (1987, p.197-198), para o qual, em nossa sociedade,
    [...] são cada vez mais raras as pessoas que sabem narrar devidamente.
    Quando se pede num grupo que alguém narre alguma coisa, o embaraço
    se generaliza. É como se estivéssemos privados de uma faculdade que
    nos parecia segura e inalienável: a faculdade de intercambiar
    experiências.
    Profa Verinha

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