quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

Aula do dia 22/12/2015 - Análise dos capítulos: "Sementes do nosso quintal".


Olá!

Em equipe realizamos uma pequena análise referente aos seguintes vídeos:



“A música é o primeiro elo mais importante do ser humano para que ele se entenda, conheça o seu íntimo interno e o espaço que a música tem que ocupar.” (Terezita Pagani)



"As crianças até os sete anos, tem essa grande possibilidade de ser transcendentes. Elas trazem dentro delas uma necessidade numa transcendência. É isso que é a nossa tradição, é isso que as crianças tem que ter e receber, isso é brasil, nós não estamos dando o valor que precisamos." (Terezita Pagani)



São três capítulos do maravilhoso filme "Sementes do nosso quintal".

Abaixo segue a análise da Equipe Educando:


Os vídeos são de extrema importância para analisarmos como o local de aprendizagem da Educação Infantil deve ser, sendo acolhedor para as crianças, na qual são ativas e participam conforme a curiosidade e trabalhando autonomia, tendo uma constante ligação com a natureza e a atividade lúdica, além da interação entre os adultos e as crianças.

No vídeo sobre música, as crianças ouvem a música clássica com certa atenção, mas quando surge a música em estilo mais animado, elas brincam e dançam, fazem sons com os instrumentos. É muito importante ensinar vários tipos de arte para as crianças, elas tem vontade de "fazer música" participam com muita alegria. Surpreendente como a música é fiel na rotina dessas crianças e elas são contagiadas pelos infinitos estilos compartilhados, não existindo nenhum tipo de preconceito. 

Sobre à casa dos insetos, as crianças se unem para construir a casa e cada uma emite sua opinião sobre a construção e os tipos de insetos que podem vir a morar nela. Quando há a destruição da casa, elas entendem o propósito do professor de reiniciar o projeto inovando, aprimorando o que já adquiriram de conhecimento, construindo casas melhores. Há o abalo com a destruição e surgem várias hipóteses do que poderia ter ocorrido. É exorbitante o processo de criatividade das crianças e como o trabalho em equipe enaltece o ensino-aprendizagem.

No vídeo sobre o Divino Espírito Santo, as crianças prestam atenção nas explicações das tradições, independente das crenças dos pais. Vestem-se conforme dita a história e participam com muita atenção. Muito interessante como as crianças interagem e são envolvidas na cultura de um povo.


Até a próxima!


quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

Aula do dia 15/12/2015 - Apresentação das Paródias.


Bom dia pessoal!

Nesta aula foram apresentadas as paródias construídas pelas equipes!


A Equipe Educando realizou a paródia em consonância com a seguinte crônica: "Os contos que as caixas contam", páginas 95 e 96,  do livro "Os fazeres na Educação Infantil."

Para ritmar a paródia, escolhemos a cantiga "Ciranda, Cirandinha." Abaixo segue o nosso trabalho:

CIRANDA, CIRANDINHA, VAMOS TODOS CIRANDAR
VAMOS DAR A MEIA VOLTA, ABRIR UM LIVRO E IMAGINAR

UMA CAIXA PRA CONTAR HISTÓRIAS VAMOS ENFEITAR
LOBOS, BRUXAS E PRINCESAS VAMOS TODOS JÁ BUSCAR

CAIXAS, CORES E FANTOCHES SÃO RECURSOS A USAR
CADA ETAPA DA HISTÓRIA UMA SURPRESA A REVELAR.

Após as apresentações, fizemos a leitura e debate do texto: A importância da ludicidade na Educação Infantil para o desenvolvimento das habilidades motoras.

Até a próxima!

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Aula do dia 08/12/2015 - Os Fazeres na Educação Infantil - Construção de Paródia.


Olá pessoal!

Neste dia continuamos com a leitura do livro: Os Fazeres na Educação Infantil, da página 85 até a 125.

Cada equipe ficou responsável por criar uma paródia referente a uma crônica do livro, indicada pela professora Márcia.
Além disso, tivemos a devolutiva da atividade cooperativa passada pela professora Márcia no dia 24 de novembro.

 

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Aula do dia 01/12/2015 - Planejamento de uma Atividade na Educação Infantil.

Olá pessoal!

Hoje a nossa aula não foi na UNESP, mas mesmo assim tivemos ensino-aprendizagem!
Este dia foi necessário para o planejamento e elaboração de uma atividade para a Educação Infantil. Cada integrante da equipe vai aplicar em alguma instituição, ONG... para crianças até 5 anos. A próxima tarefa será produzir o relatório e apresentar.


quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Aula do dia 24/11/2015 - Os Fazeres na Educação Infantil.

Bom dia!!!

Nesta aula, cada equipe realizou a leitura de uma das crônicas contidas no livro: "Os Fazeres da Educação Infantil", das autoras Maria Clotilde Rosseti-Ferreira, Ana Maria Mello, Telma Vitoria, Adriano Gosuen e Ana Cecília Chaguri. Entre as páginas 43 a 60.


Cada integrante da equipe ficou responsável por uma função, sendo as seguintes: anfitrião, expositor, relator/secretário, controlador de tempo e verificador.

O expositor ficou encarregado de realizar uma síntese do que foi estudado sobre a crônica lida pela equipe e transferir o conhecimento para as outras equipes.

O anfitrião recepcionava os integrantes das equipes, apresentando a equipe que iria compartilhar as informações.

O relator/secretário fazia anotações, o registro da equipe sobre o que os expositores explanavam durante a apresentação da crônica.

O verificador era para questionar a compreensão da equipe sobre o que foi abordado.

E o controlador do tempo que controlava o processo para não ultrapassar o tempo estipulado pela professora, que no nosso caso foram 10 minutos.

No término, os integrantes da equipe juntaram-se para debater o que havia sido trabalhado nas crônicas e cada um elaborou um texto ou mapa conceitual, dependendo da escolha da equipe, sobre os temas contidos no livro. Mais uma experiência para a aprendizagem cooperativa da turma!


Até mais!

quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Aula do dia 17/11/2015 - Fundamentos da Educação Infantil.

Bom dia!

No início da aula cantamos: Terezinha de Jesus, cantiga de roda.
Após, a Equipe Educando recitou o poema: Mãos Dadas, de Carlos Drummond de Andrade.

Mãos Dadas (Poema da obra Sentimento do mundo)
Carlos Drummond de Andrade

Não serei o poeta de um mundo caduco.
Também não cantarei o mundo futuro. 
Estou preso à vida e olho meus companheiros.
Estão taciturnos mas nutrem grandes esperanças. 
Entre eles, considero a enorme realidade. 
O presente é tão grande, não nos afastemos.
Não nos afastemos muito, vamos de mãos dadas. 

Não serei o cantor de uma mulher, de uma história,
não direi os suspiros ao anoitecer, a paisagem vista da janela,
não distribuirei entorpecentes ou cartas de suicida, 
não fugirei para as ilhas nem serei raptado por serafins. 
O tempo é a minha matéria, do tempo presente, os homens presentes, 
a vida presente.

O conteúdo da aula do dia 17 de Novembro está no livro: "Fundamentos da Educação Infantil, da autora Janet Moyles. Trabalhamos na compreensão dos Ambientes Facilitadores, o que eles proporcionam para o desenvolvimento dos educandos. A partir deste momento, realizamos em equipe a produção de texto sobre os elementos que compõe um projeto pedagógico. Além de assistirmos em sala o vídeo: Educação Infantil - Os elementos essenciais para um ensino de qualidade na 1ª infância, com a Anna Lucia Campos da Fundação Lemann. Dialogou sobre a relevância dos estímulos do nascimento até os oito anos de idade na educação dos pequenos.




Até a próxima!

terça-feira, 10 de novembro de 2015

Aula do dia 10/11/2015 - Projetos na Educação Infantil.

Olá pessoal!

Hoje a leitura foi sobre Projetos de Trabalho na Educação Infantil, conhecemos algumas experiências realizadas e a forma de fazer relatórios.


quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Aula do dia 03/11/2015 - Organização do Trabalho Pedagógico na Educação Infantil.

Bom dia pessoal!

Realizamos a leitura do texto: Organização do Espaço e do Tempo na Educação Infantil - A legislação e os documentos publicados pelo ministério da educação, da autora Maévi Anabel Nono.
Este documento permeia como deve ser a qualidade nos ambientes das creches, pré-escolas, espaços da educação infantil, assim como o tempo, o planejamento e a rotina. 
Ótimo condutor para os educadores, para quem tiver interesse abaixo segue o link, mais especificamente da página 84 até a 107.

Caderno de Formação - Volume 2

Após a leitura em equipe, cada uma apresentou uma produção de palavras relacionadas ao texto respondendo a seguinte pergunta: Como deve ser organizado o espeço e o tempo na Educação Infantil?
Esta produção foi elaborada em um painel.
A Equipe Educando fez no formato de um espiral pelo movimento constante que o aluno e professor realizam no âmbito escolar. Um complementa o outro, é um aprendizado ininterrupto.
Aqui segue a foto do nosso painel integrado:


Alunas presentes:


quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Aula do dia 27/10/2015 - Leitura e relação do livro: "Criança que brinca mais aprende mais"; e "A prática educativa II: critérios e âmbitos de intervenção".

Nesta aula, realizamos a leitura do capítulo 4 “A prática educativa II: critérios e âmbitos de intervenção”, das autoras Eulàlia Bassedas, Teresa Huguet e Isabel Solé, e juntamente com o livro “Criança que brinca mais aprende mais”, da autora Denise Pozas, fizemos um relação e deixamos aqui o nosso ponto de vista.
Das duas partes situamos a importância no âmbito escolar de uma prática educativa com qualidade e a concepção de um clima afetivo favorecido pelo educador, pois é ele o intercessor na sala de aula, quem ajuda as crianças a avançarem em determinadas atividades de descobrimento neste mundo que as rodeia.
O planejamento deve constar na vida do professor, principalmente para as crianças menores, mas quando houver a precisão de adaptar os planos, é comum, estamos propensos a qualquer momento e pode ser necessário para uma melhor adequação, sendo que as crianças podem propor uma nova atividade e isto deve ser mais que bem vindo. A rotina é outro discernimento que está assentado na vida dos pequenos, proporcionam segurança e a partir dela podemos presumir o desenvolvimento dos eventos e permitindo uma autonomia dos educandos e controle da aula, estabelecendo limites, em tese para um bom relacionamento entre os indivíduos, assim como em qualquer grupo de uma sociedade. 
Jamais devemos repreender uma criança por ter desenhado fora do quadrado indicado, pois isso poderá prejudicar o seu relacionamento com os demais, causando insegurança. A ação educativa precisa instigar todos os aspectos positivos da criança. Por isso a grande importância da brincadeira livre no cotidiano e na escola para os anos iniciais, que tivemos a oportunidade de constatar no livro da Denise Pozas, esta desenvolve mais cognitivamente as crianças do que as brincadeiras dirigidas. Abre lugar para que o universo simbólico engrandeça as relações entre fantasia e a realidade, interiorizando o que está ao seu redor.
O texto, como também no livro, trata da importância do brincar, que além de desenvolver diversas áreas ainda trata da interação humana, seja com outras crianças ou adultos; através dos jogos pode-se observar e reproduzir os gestos dos mais velhos ou aprender regras e jogadas. Além do uso da imaginação para ser o adulto na brincadeira e as trocas de experiências em jogos em duplas ou pequenos grupo, que beneficiam mais do que a brincadeira individual ou em grupos muito grandes; a ludicidade presente serve para a criação de outra realidade, que traz para criança um mundo mais gratificante.
Pra ela o jogo é puro prazer, diversão, mas através deles podem ser desenvolvidos a exploração do meio, das pessoas e dos objetos que a rodeiam; aprender a coordenar suas ações com as de outras pessoas e aprende a planejar e a considerar os meios necessários para alcançar um objetivo.
Brincar é uma das principais atividades da criança, é por meio da brincadeira que ela revive a realidade, constrói significados e os ressignifica momentos depois. Dessa forma, aprende, cria e se desenvolve em todos os aspectos.
Nos dias atuais a criança é definida como alguém que tem além de especificidades infantis, uma história, uma família, vive em um determinado tempo e em um espaço físico e social, produz e é produzida pela cultura e é cidadã. Ela se constrói na relação com o outro e com o mundo. Dessa maneira, o jogo e a brincadeira assumem papel relevante em seu crescimento.
Nas atividades lúdicas, a criança ousa experimentar o mundo real, aquele que ela vem compreendendo com a ajuda do adulto, e que este imerso no cultural, no social e no histórico. A brincadeira é uma aprendizagem social que pressupõe relações e encontros, esta é a forma mais interessante de viabilizar o desenvolvimento cognitivo da criança. A brincadeira e o jogo são como um suporte pedagógico para o professor, porém a brincadeira implica da tomada de decisão, a criança tem que querer brincar, para se deixar mergulhar no universo lúdico da brincadeira, permitindo que a brincadeira vá além do limite real. Com isso ela se torna um processo de criação, de experimentação e de inovação em que a cada momento a criança descobre suas competências e suas possibilidades.
Atualmente o jogo é bem aceito nas creches e pré-escolas. Os professores e educadores sabem que se quiserem ter sucesso nas suas propostas e nas suas atividades, deverão apresenta-las em forma de jogo, para que as crianças se interessem e participem com mais entusiasmo, o jogo é um meio que permite alcançar algumas finalidades educativas determinadas, por meio dele deve se realizar diversas atividades lúdicas, porém, toda atividade que não seja de livre escolha e cujo progresso não dependa da própria criança, não é jogo e sim trabalho.
É importante que o professor de educação infantil amplie o seu olhar sobre o brincar e sobre o papel do adulto, pois a brincadeira e o jogo requerem do adulto educador conhecimento teórico sobre o brinquedo e o brincar. O papel do adulto é muito mais rico e dinâmico do que o de mero observador. A ele compete ampliar o universo de conhecimentos e experiência das crianças, apresentando, mediante possibilidades de exploração, todo um acervo cultural de conhecimentos produzidos pela humanidade, dando a ela a possibilidade de brincar, criar e transformar o real.
Sujeitos treinados, repetidores e passivos terão mais dificuldades de lidar com a imprevisibilidade do sonho. Sujeitos estáticos, simples, observadores entusiasmados do futuro e vazios de história não terão ponto de partida para a transformação.
Nas creches a alimentação deve ocorrer a cada três ou quatro horas, depois é reduzido a três ou quatro diárias. Deve ser ensinado a utilização de talheres e copos. A alimentação deve ser adequada, muito bem preparada e os locais devem ter ambiente agradável, limpo e as crianças participarem na organização. Nessa fase as crianças percebem diferenças nos alimentos e demonstram preferências.
As crianças aprendem os cuidados com a limpeza e higienização do corpo à medida em que se recebe os cuidados como trocas de fralda. Aprendem gradativamente o controle da esfíncter e higiene das partes do corpo. O controle da esfíncter entre o segundo e terceiro ano de vida, mas esse é um processo longo e cada criança possui seu tempo, portando os educadores deve observar esses ritmos e necessidades específicas de cada criança para orientar corretamente. Caso haja regresso no processo, o adulto deve ser tolerante e ensinar de modo que a criança sinta confiança para progredir.
Na educação infantil também se ensina a lavar as mãos, o rosto, escovar os dentes e assoar o nariz, mas isso também depende do desenvolvimento das capacidades motoras. 
Os bebês dormem aproximadamente 17 horas por dia e com o crescimento vai reduzindo as horas de sono. Para o descanso durante o dia na escola deve haver ambiente apropriado. Cada criança tem uma necessidade diferente de descanso,  tempos diferenciados e alguns rituais para conseguir dormir.
Com as diferentes atividades realizadas durante o dia, o ambiente deve ser preparado para oferecer recursos e segurança. Deve se ensinar a importância da organização de objetos pessoais e de grupo. Ao ensinar e fazer com que as crianças participarem da organização, elas desenvolvem o raciocínio lógico, a responsabilidade, colaboração e a valorizar os ambientes funcionais e agradáveis.
Dispõe o Autor em consonância com o Livro “Criança que brinca mais, aprende mais”, que há formas de aprender, brincando.
São atividades  que a criança nos intervalos das atividades pode fazer e que resulta em benefícios, estendendo-se até sua casa. Tais benefícios abrangem o domínio corporal, equilíbrio, autonomia, noção de organização espaço-temporal e disciplina.
As atividades podem ser direcionadas de forma coletiva ou individualmente, dependendo da fase em que a criança está, podendo serem trabalhadas com a utilização de materiais diversos: massinha, papéis, argila etc, e coletivamente através do cantinho ou dos jogos. O interessante e destacável na atividade coletiva é o trabalho que deve ser realizado com o objetivo de que as crianças aprendam a trabalhar em grupo, a dividir, a interagir.
O material deve ser direcionado de acordo com a idade e a condição de cada criança, o espaço deve ser cômodo, confortável, proveitoso e os profissionais sempre atentos às propostas e abertos ás modificações, que devem adequar-se de forma criativa e saudável, sempre pensando na melhor forma da criança absorver o conteúdo trabalhado.
O material presente na sala de aula dependerá da idade das crianças e dos objetivos estabelecidos pela equipe de professores da creche e da pré-escola. É preciso planejamento para realizar a organização, seleção de materiais, compra, confecção, identificação, conservação e substituição dos brinquedos.
O a organização fixa do espaço não deve ser o fundamental, uma vez que as modificações de estilo de comunicação entre os adultos e os alunos que devem preponderar. Ter como objetivo oferecer um espaço cômodo e agradável às crianças, aproveitar os móveis existentes na sala e prever um certo grau de flexibilidade que permita introduzir modificações quando isso for conveniente e necessário.
No decorrer de todo ciclo, pode haver grande variações em relação ao tempo que um aluno possa estar concentrado em determinado tipo de trabalho ou jogo. Portanto, é preciso considerar as capacidades dos alunos do grupo e o ciclo em que estão.
Os temas de trabalho devem ser elaborados em torno de práticas pedagógicas que se diferenciam na sua concretização, conforme a orientação que a professora faz do trabalho aos alunos, centro de interesses, projetos de trabalhos, etc. Do estudo de um tema pode derivar, muitas vezes, tipos diversos de trabalhos.
A segurança emocional da criança e a possibilidade de estar preparada para estabelecer relações com outras pessoas e objetos é fundamental para o seu desenvolvimento.
A entrada na escola precisa satisfazer às diferentes necessidades de todas as pessoas e de todas as instâncias que a compõem, a criança em primeiro lugar, a professora e os pais.
Os materiais são todos aqueles recursos que possam ser utilizados na aula com uma finalidade educativa. Na escola de educação infantil, necessita-se de diferentes tipos de materiais: de uso coletivo e individual, o material de escritório consumível e fixo, e também material geral de sucata.
No livro “Criança que brinca mais aprende mais”, de Denise Pozas,  é questionado Como os professores estão, efetivamente, trabalhando com essas crianças? Quais são as diferenças de aprendizagem verificadas nas brincadeiras livres e dirigidas?
A preocupação com a qualidade do atendimento às crianças de 0 a 6 anos justifica um estudo atento e sério sobre as brincadeiras livres e dirigidas na Educação Infantil, bem como suas implicações no desenvolvimento cognitivo.
A intenção é ampliar o olhar do professor de Educação Infantil sobre a atividade do brincar e sobre o papel do adulto, pois brincadeira requer do adulto educador conhecimento teórico sobre o brinquedo e o brincar, e muita paciência e disciplina para observar, sem interferir em determinadas atividades infantis, além de disponibilidade para (re) aprender a brincar.

segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Aula do dia 20/10/2015 - Leitura do livro: Criança que brinca mais aprende mais.

Bom dia!

Esta aula será a distância. Faremos a leitura do livro: Criança que brinca mais aprende mais, da autora Denise Pozas.

Imagem do livro:



Alunas presentes:

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Aula do dia 13/10/2015 - Livro: Aprender e Ensinar na Educação Infantil. (Capítulo 3)

Bom dia!

Continuamos as apresentações com mais duas equipes.

Materiais apresentados:

- Parâmetros nacionais de qualidade;

- Orientações Curriculares: Expectativas de Aprendizagens e Orientações Didáticas para a Educação Infantil. (Este último tema foi apresentado por nós, da Equipe Educando)

Segue o material e a nossa apresentação em PDF.

Orientações Curriculares: Expectativas de Aprendizagens e Orientações Didáticas para Educação Infantil.

Apresentação em PDF.

Vídeo compartilhado pela professora Vera, sobre "Organização dos espaços físicos e dos materiais":



Além disso, recebemos orientações da professora sobre apresentação das equipes e realizamos a leitura do 3º capítulo do livro: "Aprender e Ensinar na Educação Infantil" das autoras Eulàlia Basseadas, Teresa Huguet e Isabel Solé.



quarta-feira, 7 de outubro de 2015

Aula do dia 06/10/2015 - Apresentação dos Trabalhos das Equipes Cooperativas.

Olá!
Neste dia iniciaram as apresentações das equipes cooperativas.


Materiais apresentados:


- RCNEI - Volume 1, 2, e 3;


- Diretrizes educação infantil;

- Indicadores de Qualidade Educação infantil;


- Brinquedos e brincadeiras de creches.






quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Aula do dia 29/09/2015 - RCN, Diretrizes da Educação Infantil e Indicadores de qualidade EI.

Boa tarde pessoal!

Esta aula não foi presencial na Unesp, foi a distância. Pois tivemos que produzir um trabalho para semana que vem e apresentaremos para a turma. Logo mais postaremos aqui no blog para compartilharmos!

O tema da nossa equipe é: 
Orientações Curriculares: Expectativas de Aprendizagens e Orientações Didáticas para Educação Infantil.



Tenham uma ótima semana!







quarta-feira, 23 de setembro de 2015

Aula do dia 22/09/2015 - Apresentação da Disciplina.

Olá pessoal!

Seguimos o curso de Pedagogia em uma nova etapa, agora estamos no 2º semestre do 2º ano! A disciplina deste semestre é a: Prática de Ensino na Educação Infantil.

Iniciamos a nossa noite cantando a música: Primavera!


A Márcia, aluna do mestrado, estará conosco toda terça-feira por conta do estágio docente. Ela compartilhou uma poesia.
Após, a professora Vera discutiu a prova do semestre passado e apresentou o cronograma, muito aprendizado está por vir!

Alunas presentes:


sexta-feira, 7 de agosto de 2015

Aula do dia 06/08/2015 - Transposição Didática.

Fizemos a leitura do seguinte texto em grupo:


Após, tivemos uma confraternização com os quatro anos do curso de Pedagogia, organizada pelo CAPF. (Centro Acadêmico Paulo Freire)


sexta-feira, 31 de julho de 2015

Aula do dia 30/07/2015 - Congresso Brasileiro de Educação.

Esta aula teve transferência para o V CBE (Congresso Brasileiro de Educação), realizado no campus da Unesp de Bauru. Sendo neste dia o encerramento do evento tão enriquecedor para a nossa formação.


sexta-feira, 24 de julho de 2015

Aula do dia 23/07/2015 - Didática Geral e Preparação das Aulas.

Nesta aula foi realizada a leitura de dois textos:
Didática geral da autora Alda Marim Junqueira (p. 16-32) e a Preparação das aulas (p. 86-99) dos autores Edson do Carmo Inforsato e Robson Alves dos Santos.

Disponível no seguinte livro didático:
Caderno de Formação

sexta-feira, 17 de julho de 2015

Aula do dia 16/07/2015 - Apresentação do Trabalho do Livro: O Bom Professor e sua Prática".

Bom dia!


Nesta aula foram as apresentações referente ao livro da autora Maria Isabel da Cunha, "O Bom Professor e sua Prática".
Cada equipe apresentou da maneira que respondesse a seguinte pergunta: Como é um bom professor?

Segue o nosso vídeo, da Equipe Educando, apresentado em sala de aula:


O BOM PROFESSOR NA VISÃO DOS ALUNOS


A Equipe Educando agradece pela colaboração de todos(as) os(as) alunos(as) que participaram e contribuíram para a realização deste projeto! Muito obrigada! Vocês foram e são essenciais!

Em seguida, recitamos a linda canção da Tânia Maya, titulada: O Professor.

O Professor
Tânia Maya

Quem com pó de giz
Um lápis e apagador
Deu o verbo a Vinícius
Machado de Assis, Drummond?

Quem ensinou piano ao Tom?
Quem pôs um lápis de cor
Nos dedos de Portinari,
Picasso e Van Gogh?
Quem foi que deu asas a
Santos Dumont?

Crianças têm tantos dons
Só que, às vezes, não sabem
Quantos só se descobrem
Porque o mestre enxergou
e incentivou...

É, só se faz um país com professor
Um romance, um croquis, com professor
Um poema de amor, dim dim
Um país pra ensinar seus jovens
É, só se faz um país com professor.



Avaliação das Equipes.

Devido a solicitação da nossa professora Vera, segue a avaliação que a Equipe Educando evidenciou de cada apresentação:

Equipe Enxame de Ideias: Parabenizamos escolha do conteúdo que foi transmitido. Apreciamos a incrível ideia de trazer a professora  para participar deste momento de aprendizagem. Um pequeno aspecto negativo foi não se organizar quanto ao tempo.

Equipe Eu Passarinho: Parabenizamos a explicação dada e a escolha dos testemunhos, bem como da metodologia criativa e "saborosa".

Equipe Pé na Estrada: Parabenizamos o fato de buscar testemunhos em pessoas que atuam na educação e fora também, enxergando outros contextos. Como aspecto negativo consideramos a desorganização na edição do vídeo, mas nada que atrapalhasse o entendimento.

Equipe Colcha Pedagógica: Parabenizamos por trazer os desenhos produzidos pelas crianças para elucidar o que é ser um bom professor.

Equipe Mão na Massa: Parabenizamos a capacidade de improvisar uma metodologia diferente para a apresentação do trabalho.


Leitura do livro: O Bom Professor e sua Prática.

Conforme leitura do livro, estamos postando as nossas anotações:

Livro: O Bom Professor e sua Prática.
Autora: Maria Isabel da Cunha.

ORIGENS DO ESTUDO
Para que a autora evoluísse em sua prática pedagógica, buscou elementos na formação do professor que mais precisam aprofundamentos. Ela articula que a sala de aula é um lugar extremamente privilegiado, pois se realiza o ato pedagógico escolar. É onde ocorrem muitas contradições do contexto social em que cada indivíduo vive, os conflitos psicológicos, as questões da ciência e as percepções daqueles que fazem parte do ato pedagógico: o aluno e o professor. 
A escola é um local contextualizado, a sua realidade e seus valores alteram conforme as condições histórico-sociais em que estão envolvidas. O ensino é estabelecido com alunos reais em situações determinadas. A principal motivação para a realização deste estudo foi o anseio de interrogar as certezas pedagógicas, as ideias pré-definidas, entre outras aspirações.

POR QUE O PROFESSOR?
Para Maria Isabel, o seu principal objetivo é estudar o professor na escola, centrado e condicionado por suas situações e condições histórico-sociais.
É imprescindível reconhecer que sem o professor não se faz escola, e é essencial aprofundar os estudos sobre este profissional. A escola é uma instituição que seu valor será imposto pela sociedade. É o reconhecimento do papel do professor que poderá beneficiar a intervenção no seu desempenho.
A escola atual é produto das influências positivistas sobre as práticas lá desenvolvidas, e o professor é o principal veiculador dessas práticas. Unir o ensino e a pesquisa expressa andar para que a educação seja integrada, envolvendo os estudantes e os professores.

O SIGNIFICADO DO COTIDIANO
O cotidiano do professor vem sendo estudado por vários autores, para com o resultado estimular o professor a participar da construção sócia da sua realidade, onde a necessidade sentida em estudar o cotidiano do professor vem da certeza que é uma forma de construir conhecimentos.

A QUESTÃO METODOLÓGICA
Cunha ( ), realizou um estudo com alunos e professores de segunda grau e universitários sobre o que é um bom professor, chegando a conclusão de que sua análise do discurso abriu muitas portas para aprofundar e compreender o ato pedagógico exercido pelo professor.

O BOM PROFESSOR PARA O ALUNO DE HOJE
Não há tradição em processos de avaliação de professores. Os professores de universidade costumam ser avaliados pelo seu referencial de carreira e não pela prática em sala de aula, portanto não há um "padrão ideal". A avaliação do bom professor está ligada a um contexto histórico social, se modificando conforme as necessidades dos seres humanos situados no tempo e no espaço.

A EXPECTATIVA E A IDEOLOGIA
Há uma expectativa nos resultados da relação aluno e professor em relação ao desempenho. O modelo de sociedade define o modelo de escola e a ideologia dominante, geralmente vinda da classe dominante.
Os professores participam de múltiplas interações sociais no dia a dia, mas precisam ajustar seu trabalho a realidade imediata da escola, perdendo a dimensão social mais ampla da sociedade.

CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS
O aluno aponta como bom professor, aquele do qual ele tem conhecimento de sua matéria, mas enfatiza aspectos afetivos.
A forma como o professor se relaciona com a sua própria área de conhecimento é fundamental, assim como sua percepção de ciência e de produção do conhecimento. A metodologia do professor que acredita na potencialidade do aluno e se preocupa com a aprendizagem e nível de satisfação é fundamental.
O aluno valoriza o professor exigente, que cobra participação e tarefas. Ele enxerga um bom professor aquele que domina o conteúdo, escolhe formas adequadas de apresentar a matéria e tem um bom relacionamento com o grupo.

QUEM É O BOM PROFESSOR
“O passado é lição para se meditar, não para reproduzir”. 
                                                              Mário de Andrade

A HISTÓRIA DE VIDA 
O dado que se repete com maior frequência é daqueles professores que reconhecem terem sido influenciados profissionalmente pela família. Alguns dos nossos entrevistados referiram-se a influências do grupo familiar mais amplo do que especialmente aos pais. 
Todos referiram-se a “valores”. Dedicação ao trabalho, honestidade, coragem no enfrentamento da vida, responsabilidade, organização, disciplina, alegria de viver foram os principais aspectos de influência familiar sobre os nossos entrevistados. 
O encaminhamento profissional parece principalmente um aspecto muito relacionado à trajetória de vida.
Todos se manifestaram no sentido de valorização da profissão que exercem, apesar de verbalizarem sua inconformidade em não serem reconhecidos dentro da politica educacional. 
Há um elemento comum, porém, entre todos. Independentemente dos caminhos que os levaram ao magistério, todos foram unânimes em afirmar que gostam do que fazem, apreciam especialmente o contato com os alunos e se estimulam com as respostas deles. A interação com a matéria de ensino é também parte fundamental.

INFLUÊNCIAS PRINCIPAIS 
Os elementos fornecidos pelos interlocutores apontaram quatro categorias de influência: o professor sujeito da pesquisa enquanto aluno e seus ex-professores, a sua experiência profissional, a sua formação pedagógica e a sua prática social mais ampla.
O que é importante, porém, é a constatação de que os atuais professores são bastante influenciados no seu comportamento pelos antigos e, certamente, poderão influenciar os que virão.
Os professores tendem a repetir práticas de pessoas que admiram.

VISÃO SOCIAL
Os professores estudados usam critérios diferentes para analisarem as questões da realidade educacional brasileira. A maior parte dos professores deixa clara a sua percepção da relação escola-sociedade. Para todos os entrevistados a escola como instituição, é um valor social. A não valorização social da educação é um descaso do governo para com a população ou uma estratégia de manutenção das desigualdades. A escola esta parada no tempo, continuando a funcionar sem perceber as mudanças sociais e tecnológicas do mundo a sua volta. Localizam muitos dos problemas no professor, em especial o descompromisso. O descaso com a educação da parte do governo, influi no comportamento do docente. Os professores universitários se queixam da crise que enfrenta o ensino superior, devido a falta de recursos. Os professores parecem encadear ideias que vão da vontade política do governo para a deficiência dos sistemas de ensino, e consequentemente, chegam ao comportamento docente e ao desempenho do aluno. A própria estrutura universitária que atomiza o ensino é vista como um entrave a iniciativa do aluno. Os professores com maior militância em partidos políticos e nas associações de classe apresentaram maior capacidade de refletir sobre as raízes das questões educacionais.

A PRÁTICA PEDAGÓGICA
A pratica pedagógica foi delimitada como sendo a descrição do cotidiano do professor na preparação e execução do seu ensino. Para isso o professor possui 3 referenciais:
-as relações que o professor estabelece com o “ser” e o “sentir” (prazer, entusiasmo, exigência, valores).
-as relações que estabelece com o “saber” (matéria de ensino, relação teoria e pratica a linguagem e a produção do conhecimento).
-as relações que estabelece com o “fazer” (planejamento, métodos objetivos, motivação do aluno e avaliação).

A relação professor aluno se da através da reciprocidade, pois o comportamento do professor influencia o comportamento do aluno e vice-versa. A produção do conhecimento é entendida como a atividade do professor que leva a ação, a reflexão critica, a curiosidade, ao questionamento exigente, a inquietação e a incerteza. É o oposto da transmissão do conhecimento pronto acabado. É a perspectiva de que ele possa ser criado e recriado pelos estudantes e pelos professores na sala de aula. Os professores entrevistados rejeitam a visão mecanicista da aprendizagem e verbalizam, de fora diferenciada, este valor. Alguns colocam ênfase no ambiente que estimula a produção intelectual do estudante, incentivando a pergunta e formas de pensamento divergente. Outros apontaram para o esforço em derrubar barreiras emocionais do aluno, para que ele possa produzir intelectualmente sem medo. E muitos dos professores entrevistados descreveram a sua pratica pedagógica ao planejamento, alguns afirmam que o planejamento é para eles muito necessário e se sentem bastante seguros quando desenvolvem de forma planejada o seu ensino.

DIFICULDADES ENFRENTADAS
Três pontos fortemente apontados são: a desvalorização do magistério, estrutura do ensino e condições de trabalho.
Além da questão salarial, as condições de trabalho influenciam de maneira negativa na concepção do pedagogo, assim como a pouca possibilidade de atualização dos docentes e a quase inviabilidade da realização de pesquisa e da extensão. A falta de coletividade também se encontra na lista, uma vez que isso torna inviável o delineamento de um projeto pedagógico mais amplo.

SOBRE A FORMAÇÃO DO PROFESSOR
Os pontos fundamentais apresentados são o “gostar de ensinar” e o “gostar de gente”, além do gosto pelo estudo para que faça domínio da matéria e ampliação da cultura; pois o domínio esta relaciona a pratica profissional fora da escola, o que favorece a exemplificação e o aluno a trabalhar com a realidade.
Aspectos morais e afetivos como, a honestidade no trato do conhecimento e dos alunos, o respeito à pessoa humana e a capacidade de relacionamento também foram apontados como importantes. É preciso que o futuro professor tenha consciência de seu papel na sociedade e que perceba que o exemplo é a principal forma de ensinar.

OS PROCEDIMENTOS
A maioria dos docentes repetem aquilo que consideravam positivo em seus ex-professores, como pude constatar a exposição oral é a técnica mais utilizada.
Em todos os casos observei a preocupação dos professores com o clima favorável no ambiente escolar e com a participação dos alunos.

AS HABILIDADES
As habilidades de um bom professor são:
- Explicitar “para os alunos o objetivo dos estudos que vão realizar.” (p; 137) para que estejam conscientes do objeto de sua própria aprendizagem , assim “estarão mais motivados se compreenderem porque o fazem” (p. 137); localizar historicamente o conteúdo; estabelecer relações do conteúdo com outras áreas do saber; apresentar ou escrever o roteiro da aula; formular perguntas, estabelecendo um diálogo com os alunos; reforçar positivamente os acertos e as dúvidas dos alunos; esforçar-se para tornar o seu discurso compreensível (esclarecer conceitos e explicitar sua fala); possuir profundo conhecimento da matéria que pretende ensinar, com exemplos cotidianos; circular pela sala, chamar o aluno pelo nome;

O CONTEXTO
 “O que vale aprender são as situações escolares no seu conjunto, na sua relação com um contexto sociológico, localizado no tempo e no espaço.” (p. 149). Priorizando ao “prazer de aprender e a valorização do pensamento crítico” (p. 150)

CONCLUSÕES: DA PRÁTICA À TEORIA
O Autor explora a ideia de que o conceito de Bom Professor é valorativo e ideológico, ou seja, em relação a um tempo e lugar, representando a ideia que socialmente é constituída sobre o professor.
Ao investigar melhor sobre o assunto, descobriu conflitos que há entre o professor e o dever-ser, bem como a necessidade de construir o conceito da consciência mediana do professor em adaptar-se ao que lhe foi proposto ou recusar o papel que lhe é imposto.  Parte ainda do princípio que o professor nasce inserido no seu cotidiano, no centro do acontecer histórico e embora a não valorização do mesmo, a sociedade mais ampla representada pelo aluno valoriza o docente.
O Autor define em várias formas quem é o BOM PROFESSOR partindo do contexto histórico que lhe é dado, em observação ao seu cotidiano. Na sua concepção o Bom Professor expressa seu valor, responde às necessidades do aluno. O BOM PROFESSOR reconhece as influências da família em relação aos valores (classe social, por exemplo). O BOM PROFESSOR constrói sua experiência, e se preciso, reformula sua prática de ensino, no ser e no agir.
O BOM PROFESSOR é capaz de analisar a realidade nacional, partindo dos pressupostos políticos, está sempre atento às dificuldades dos alunos, enfim, conclui o autor que, o BOM PROFESSOR relaciona-se com o ser, o sentir, o prazer de ensinar, a possibilidade de produzir conhecimento, pois ele é a principal fonte de conhecimento no contexto da sala de aula, ele é o incentivador do aluno.
Inúmeros, portanto, são os desafios do BOM PROFESSOR, por isso a importância de sua valorização. Ele é peça fundamental na aprendizagem, e por isso também deve sempre estar inovando seus conhecimentos, repensando sua formação através de cursos, pois sua influência deve pautar na sua própria condição e experiência.
Enfim, há uma relevante importância dos programas de formação e educação de professores que devem oferecer competência técnica e compromisso político a fim de que se operacionalize uma prática eficiente e comprometida às inquietações do ser humano.

Referência:
CUNHA, Maria Isabel da. O bom professor e sua prática. 18 ed. Campinas, SP: Papirus, 2006. p. 23-184.


sexta-feira, 3 de julho de 2015

Aula do dia 02/07/2015 - Didática e Interdisciplinaridade.


Olá pessoal!
A professora Vera pediu para cada equipe elaborar um plano de aula. Abaixo segue da Equipe Educando:


Público Alvo: Educação Infantil (5 anos)

Tema: Percepção Sonora.

Objetivos
  • Desenvolver na criança a percepção sonora;
  • Trabalhar em equipe;
  • Desenvolver e conhecer seu próprio corpo;
  • Sensibilizar os educandos pelo gosto musical;
  • Reconhecer sons agudos e graves.

Metodologia 
- Forma: Apresentar a variedade de sons através do corpo, do meio ambiente e do uso de instrumentos auxiliares. 
Levar os alunos para caminhadas em parques, praças, em torno da escola. 
Através da musicalidade, dar um indício da simetria, a base para o entendimento futuro, conhecimento prévio para os anos seguintes. 
Perceber o som da natureza, o meio em que vive, objetos, o corpo e instrumentos.

- Recursos: Instrumentos reciclados e musicais.  

Interdisciplinaridade
Atividade relacionando a música, matemática, a linguagem oral, artes, movimento e a expressão corporal.

Relação professor-aluno/ aluno-aluno
Uma relação que deixa marcas na criança e que deve sempre buscar a afetividade e o diálogo como maneira de construção do aluno e do ambiente escolar. A interação é o que perpetua entre ambos, a empatia é uma questão indispensável e ativa para que haja uma aproximação.

Avaliação: Atividades em grupo para que um identifique os sons que os outros produzem. Pode tanto produzir e identificar o som do outro. Será contínua a avaliação, notando a participação e envolvimento dos alunos nas atividades indicadas.
_________________________________________________________________________________

Como atividade individual, cada aluno deve produzir um parágrafo sobre o que é a interdisciplinaridade e em que parte do vídeo observou ela acontecendo:




Sabrina Simone: A interdisciplinaridade é alcançada com a contribuição de várias disciplinas. Ela acarreta um conjunto de disciplinas conectadas, evitando desenvolver as atividades de maneira isolada. Aborda um método dinâmico que procura resolver múltiplas dificuldades de investigação, na experiência da superação do conhecimento.
Portanto na escola, a interdisciplinaridade complementa as disciplinas, produzindo a compreensão sobre uma visão de totalidade, emancipando o contexto, fazendo com que os alunos percebam que o mundo onde estão incluídos é composto de vários elementos.
No vídeo “Interdisciplinaridade e Transversalidade”, observei acontecer a interdisciplinaridade no momento em que os três professores, de química, geografia e língua portuguesa, da escola Ana Rita, desenvolvem na prática o projeto com os alunos integrando as três disciplinas, para que um tema específico seja elaborado em conjunto, ou seja são interligadas (5:12 min.).

Karina Torres Machado: A interdisciplinaridade pode ser observada no vídeo em vários comentos, como: a integração das três disciplinas (química, língua portuguesa e geografia) a partir de um eixo integrador, a interação que o planejamentos promoveu entre o conteúdo, professores e alunos, evidenciando o diálogo que perpassa as disciplinas e que permite práticas como a constatação, o questionamento, a investigação e promoção de novos saberes e experiências que ajudam a formar indivíduos mais humanizados e integrados com a realidade que os circunda pela mobilização das competências para deduzir e fazer inferências.

Daniely Costa Carvalho: “Os alunos vão à escola para aprender a ler o mundo. Começa lendo um texto,  mas é ler e compreender o mundo”.
“A interdisciplinaridade surgiu como um chamado para que as disciplinas não mudassem os seus objetos, mas que houvessem relações mais fortes entre as disciplinas”
Nilson Jose Machado da Universidade de São Paulo A USP
Questões sobre valores, saúde e meio ambiente podem ser estudadas de maneira transversal.
No vídeo “Interdisciplinaridade e Transversalidade”, a importância desses dois conceitos foi relatada por três professores de Geografia, Língua Portuguesa e Química, respectivamente.
O Ribeirão Anhuma fica próximo à escola e está presente na vida dos alunos. Por isso, Ribeirão foi escolhido como tema de um projeto de educação, que reúne a Unicamp, Universidade Estadual de Campinas, e duas escolas públicas da região.
Por meio da aula-passeio, os três professores trabalharam a interdisciplinaridade e transversalidade com os alunos, para um entendimento mais global. Em sala de aula, eles desenvolveram também um estudo chamado “Riscos Ambientais e a Linha do Tempo”.
Aos 8 minutos e 25 segundos do vídeo, podemos observar a Interdisciplinaridade e Transversalidade acontecer.
“Esgoto não tratado de residências e resíduos químicos industriais da região”


Alunas presentes:


sexta-feira, 26 de junho de 2015

Aula do dia 25/06/2015 - Sequência Didática.

Bom dia pessoal!

Nesta aula lemos o terceiro capítulo chamado "As sequências didáticas e as sequências de conteúdo", do livro: A Prática Educativa - Como ensinar, do autor Antoni Zabala.

Depois do intervalo, recebemos a professora e vice diretora Juliana, orientando-nos com a palestra sobre: Planejamento e Sequência Didática!

Ótima semana a todos!


sexta-feira, 19 de junho de 2015

Aula do dia 18/06/2015 - PPP: Planejamento, Plano de Ensino e Plano de Aula.

Olá!

Iniciamos a noite com uma Oficina de Fotografia: "Princípios de Composição no Fotojornalismo". Fomos convidados pela Professora Graça, com os alunos do 1º ano de Pedagogia. 
Que oficina encantadora!

Depois do intervalo, cada Equipe apresentou uma técnica de ensino. 
Nós, da Equipe Educando apresentamos a Aula Passeio. Abaixo segue a lauda produzida referente ao tema:



Técnica de Ensino: Aula Passeio.

Fundamentado na teoria do pedagogo francês Célestin Freinet (sua proposta pedagógica humanista e liberal), é uma técnica que tem como objetivo fazer com que o sujeito seja capaz de agir e interagir no seu meio, ser ativo; totalmente oposto a tendência de ensino tradicional, na qual o professor tem o papel central e detém o saber. É uma técnica didática criada em 1920, quando Freinet compreendeu que seus alunos se interessavam mais pela educação ao ar livre.
A aula passeio é uma proposta para descobertas, estabelecida para os interesses dos alunos a partir de uma realidade e com fins pedagógicos, é um prosseguimento do que se está trabalhando dentro da instituição e não simples atividade de lazer, ou seja, conciliar teoria a prática.
Como dizia Freinet: a aula passeio “não era tempo perdido, pois todas as disciplinas escolares tiravam proveito disso” (1976, p. 24).
Nesta prática educativa, tem como prioridade o desenvolvimento crítico do educando, estabelecendo um espírito de curiosidade, fazendo questionamentos das ideias recebidas.
Pretende alcançar a motivação, pois, convivendo em situações reais, os alunos podem expandir o conhecimento no campo das investigações, desenvolvendo a consciência sobre os valores sociais importantes para a nossa existência. Transformando os educandos em exploradores com uma visão diferenciada.

Objetivos:
- Ampliar o universo cultural e social do aluno, possibilitando uma reflexão e testemunhar, criticamente, os aspectos funcionais da sociedade.
- Estabelecer um domínio que o aluno deve possuir sobre seu macro-ambiente.
- Demonstrar a valorização de todo trabalho como fundamental para o bem estar da comunidade.
- Trazer material significativo para conteúdo das aulas, como: linguagem oral, escrita, imagens, fotos, ciências...

Lugares a serem visitados: museus, zoológicos, indústrias, pontos turísticos, bairros, prédios antigos, casarões, igrejas, teatros, praças, em torno da própria escola, marcenaria, atividades de aventura, planetário...

Execução da Aula-Passeio:
O professor pode nortear os alunos a realizarem um roteiro dos elementos mais importantes a serem analisados durante a aula-passeio.
Também trabalhar o deslocamento escola-local visitado, como: cuidados ao atravessar a rua, entrada e saída de veículos, regras sociais adequadas no relacionamento com outras pessoas, segurança pessoal e do grupo no local visitado...
Depois da visita, os alunos deverão desenhar (retratar graficamente) os aspectos de maior importância observados.
A partir do desenho, a professora e os alunos, podem desenvolver um texto simples, de linguagem compreensível a todos sobre a experiência adquirida. Este texto poderá ser trabalhado da maneira interdisciplinar nos espaços de linguagem escrita, ciências, estudos sociais e afins.

Avaliação:
Será atribuída pelo interesse que a classe tiver nos passeios, pela produção dos desenhos e textos e pelos relatórios orais.



TÉCNICAS DE ENSINO – AULA PASSEIO, FREINET

A teoria de Freinet centrou sua valorização nas práticas de educação a serem desenvolvidas para o melhor êxito no processo de aprendizagem, com práticas de ensino que possibilitassem ao sujeito aprender por meio da diversificação do enfoque, ampliando o universo do conhecimento do discente. Isto porque, Freinet percebeu que os estudantes mantinham-se atentos quando em contato com situações diferenciadas, principalmente, fora da sala de aula, que desenvolvessem um ensino mais real, concreto, interessante e estimulante para os estudantes, desviando assim, as correntes educacionais da época.
Atuando no movimento da Escola Nova, Freinet, defendeu a ideia de que os estudantes deveriam aprender com a vida e esta deveria ser vista e vivida de forma prática, desvencilhando-se dos manuais de ensino, porque só a vivência do ensino pode trazer significado à vida do sujeito, tornando-se conhecimento significativo capaz de transformar sua aprendizagem.
Em seus argumentos salientou a importância de uma escola laica, sem segregação, que buscasse uma educação igualitária para todos e que fosse pensada para o povo. Seu princípio básico era de que à escola não cabe o doutrinamento, mas sim a educação, por isso a educação:
- é o completo desenvolvimento e construção, e não o acúmulo de conhecimentos, adestramento e condicionamento. 
- deve ensinar a criança a construir seu próprio conhecimento, envolta de vivências e discussões que possam contribuir com sua formação. 
- deve centrar-se na criança que, com nossa ajuda, constrói sua própria personalidade.

METODOLOGIA DE FREINET

Para Freinet, o professor deve instigar a sede de conhecimento, suscitar o desejo do aprendizado, para isso a memorização ou a decodificação são técnicas insignificantes, pois para ele, a formulação de ideias que refutassem os ensinamentos para a construção de algo novo.
As regras eram necessárias, desde que fossem utilizadas e divulgadas com respeito, sem autoritarismo. Desta forma, a liberdade de expressão é respeitada, desde que todos saibam usá-la com disciplina, de forma organizada.
Suas técnicas desenvolvem-se em torno de quatro princípios básicos, que para ele proporcionaria uma formação integral: Cooperação, Comunicação, Educação do Trabalho e Tateamento Experimental. 
O autor preconizava a necessidade do trabalho cooperativo, uma vez que cada indivíduo tem uma função dentro do meio social em que vive, para que logrem um objetivo geral, complementada pela teoria do tateamento que prega que a prática de situações reais ajuda a construir o conhecimento, por isso, faz-se necessário vivenciar para aprender. 
Tais propostas transformaram-se em várias técnicas de ensino, dentre elas a Aula Passeio ou Aula das Descobertas, que se conceitua por atividades realizadas fora da sala de aula que tem como intenção a exploração da curiosidade natural da criança. 
Nesta técnica, as crianças saiam da sala de aula e exploravam os espaços externos, o que estimulava a curiosidade natural do estudante em explorar novos conhecimentos, desenvolvendo a sua vontade de aprender.
A técnica contada com a exploração do ambiente externo e, em seguida, os principais conhecimentos eram anotados na lousa, conduzindo cada aluno a anotar em seu caderno as suas impressões conforme suas potencialidades, confeccionando um narrativa livre.
Ao proporcionar experiências reais e significativas, Freinet, percebeu que conseguia ensinar os conhecimentos teóricos de maneira mais prática e interessante aos alunos, que podiam questionar pela vivência que tiveram, ação muito diferente das comumente vistas, nas transmissões dos conteúdos inseridos nos manuais.
Essas aulas ajudavam a tornar seres humanos mais sensíveis, com atitudes ambientais mais conscientes.
Os conceitos apresentados aqui foram extraídos do texto de Marianna da Cunha Costa, 2011, mesmo quando não citado.



Referência:
Costa, Marianna da Cunha Canova. Freinet: suas contribuições ao processo de sensibilização ambiental, em especial a “Aula das Descobertas”. Curitiba, 2011.


Após a apresentação das técnicas, a professora Vera fez a introdução do PPP - Planejamento, Plano de ensino e Plano de aula.

Até mais!

sexta-feira, 12 de junho de 2015

Aula do dia 11/06/2015 - As Abordagens de Ensino.


Bom dia!

Nossa aula teve início com a retomada sobre as Tendências Pedagógicas estabelecidas pelo escritor José Carlos Libâneo. É um dos grandes pensadores do nosso país, pois acredita na reforma educacional, tendo o seu papel de transformação e crescimento. Além de contribuir na defesa para a concretização de uma escola pública de qualidade no Brasil.

Em seguida assistimos a uma entrevista com o Professor Vandeí Pinto da Silva, da Unesp de Marília, elucidando as tendências pedagógicas:


Após o intervalo, prosseguimos o assunto com o texto da Maria da Graça Nicoletti Mizukami, "ENSINO: As abordagens do processo". A autora segue a respeito das abordagens do processo ensino-aprendizagem, mas na Luz da Psicologia, esclarecendo as seguintes: Abordagem Tradicional, Abordagem Comportamentalista, Abordagem Humanista, Abordagem Cognitivista e a Abordagem Sócio-Cultural.

Referência: MIZUKAMI, Maria da Graça Nicoletti. Ensino: as abordagens do processo. São Paulo: EPU, 1986.  

Para a próxima aula, a Equipe Educando vai dialogar referente a técnica de ensino: Aula Passeio.
Até a próxima e que nosso dia seja iluminado!




sexta-feira, 29 de maio de 2015

Aula do dia 29/05/2015 - Uma Didática para a Pedagogia Histórico-Crítica.

Boa tarde!

Hoje não tivemos aula presencial na Unesp. 
Mas realizamos a leitura do livro: Uma Didática para a Pedagogia Histórico-Crítica, do autor João Luiz Gasparin.
A leitura é bastante enriquecedora para expandirmos os nossos conhecimentos em relação a didática.


Tenham um ótimo final de semana!



Aula do dia 28/05/2015 - Tendências de Ensino.

Bom dia! 

Começamos a noite muito bem cantando: Ciranda da Bailarina!



Na aula desta quinta feira, a professora Vera iniciou a discussão sobre o texto do José Carlos Libâneo - Tendências Pedagógicas na Prática Escolar.

Porém, tivemos o enorme prazer de receber a Banda Sinfônica Municipal de Bauru no Anfiteatro Guilherme R. Ferraz, mais conhecido como "Guilhermão" da Unesp.

Sendo assim, continuaremos a discussão do texto na próxima aula. 
Pois como disse o nosso magnífico William Shakespeare: "O homem que não tem a música dentro de si e que não se emociona com um concerto de doces acordes é capaz de traições, de conjuras e de rapinas."

Foi uma linda e maravilhosa apresentação da Banda Sinfônica que encantou a todos! 
Até mais!


Foto tirada pela integrante da Equipe: Roberta Nakadakari.